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PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO ESPECÍFICAS AO TDAH

Os estudos demonstram que pessoas com TDAH, sentem dificuldades para desenvolver o prazer da conclusão do trabalho e de manter a perseverança. Encontra-se em um grupo de alto risco de fracasso escolar e de desempenho acadêmico abaixo de seu potencial. PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO ESPECÍFICOS DE SITUAÇÕES DECORRENTES DO TDAH NO CONTEXTO ESCOLAR Segundo Zental (1995) recomenda uma série de princípios de intervenções para o manejo de situações especificas, que podem ser utilizadas separadamente ou associados. Espaço é o desenvolvimento adequado na estruturação das tarefas. Não tentar reduzir a atividade, mas intermediar até que possa ficar dentro de condições aceitáveis.  Encorajar movimentos dirigido e não o comportamento diruptivo.  Permitir que o aluno se levante da carteira, especialmente no final da tarefa. Usar a atividade como uma recompensa.  Dar recompensa para a tarefa desempenhada (sentar na cadeira do professor, apagar a lousa, levar ...

TRANSTORNOS E PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM

O TDHA é a sigla para Transtornos de Déficit de Atenção    e    Hiperatividade. Caracteriza por um conjunto de sintomas cognitivos e comportamentais que se desenvolver ainda na infância e que pode se manifestar na escola, no ambiente doméstico e em outras parte da vida social e na vida adulta.  As características mais comuns são três: desatenção, hiperatividade (agitação)  (Impulsividade), misto ou combinado. Característica do TDAH: ·        Não prestar atenção a detalhes ou cometer erros por descuido; ·        Ter dificuldades para concentrar-se em tarefas e ou jogos; ·        Não prestar atenção ao que lhe é dito; ·        Ter dificuldade para seguir regras e instruções e ou terminar o que começa; ·        Ser desorganizado com as tarefas e materiais. ·    ...

INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS: PROPOSTAS PRÁTICAS

As oficinas psicopedagógicas, segundo Grassi (2008, p. 115) precisam valorizar o ato de brincar [1] , no qual a criança expressa seu pensamento e sentimentos. Por sua vez, o jogo, definido como uma atividade física ou mental fundada num sistema de regras (AURELIO apud GRASSI, 2008, p. 69). Nisto, Grassi cita as histórias (contos de fadas, mitos, fábulas, lendas, histórias de aventuras e inventadas), as quais “funcionam como recurso comunicativo, capaz de estreitar relações, transmitir conhecimentos, provocar reações, reflexões, sentimentos, construções, transformar o ouvinte” (GRASSI, 2008, p. 127). A dramatização e os jogos dramáticos também são apontados por Grassi (2008, p. 135): Os jogos dramáticos permitem o estabelecimento de um espaço e de um tempo de criação e imaginação, construção de conhecimentos, expressão e elaboração de sentimentos, conquista de autonomia, vivência de liberdade, estabelecimento e estreitamento de vínculos, respeito e valorização do ...

OFICINAS PSICOPEDAGÓGICAS COMO INTERVENÇÃO NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGE

As oficinas psicopedagógicas são apontadas como um mecanismo eficaz no auxílio do processo de ensino e aprendizagem, facilitando esse processo e dando sentido aos conhecimentos científicos trabalhados no dia-a-dia da sala de aula. As intervenções psicopedagógicas ocorridas em oficinas viabilizam também o estabelecimento de relações entre os conteúdos e as disciplinas escolares, a apropriação dos conhecimentos e a produção de conhecimentos novos. Segundo Grassi (2008, p. 21), o produto final de uma oficina é o conhecimento, produzido nas relações que ali se estabeleceram e o psicopedagogo pode utilizar a oficina psicopedagógica como recurso de avaliação psicopedagógica e/ou como recurso de intervenção psicopedagógica. A autora postula ainda que a intervenção psicopedagógica representa um recurso importante, pois permite a aprendizagem e o desenvolvimento do sujeito, prevenindo intensificações ou equacionando dificuldades. Além disso, possibilita o desenvolvimento de funções...

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

As dificuldades de aprendizagem tornam-se um grande desafio a educadores, uma vez que estas podem advir de fatores orgânicos ou emocionais, tornando-se primordial que sejam realizadas as devidas investigações de cada caso para que se certifique das causas complicadoras da aprendizagem de cada aluno. Os culpados pelo não-aprender se alteram ao longo do tempo, conforme discorrem Mori e Bicudo (2009). A princípio, as causas eram biológicas, quando a psicologia sofreu influências da medicina e tentou aplicar testes de inteligência. Em seguida, figuraram-se as causas ideológicas, buscando explicar e justificar o não-aprender dos alunos pobres, de classes sociais menos prestigiadas e até os imigrantes. Prevaleceu, neste momento, a Teoria da Carência Cultural, cuja qual “tinha como hipótese que as crianças que não progridem na escola são produto de um ambiente sociocultural desfavorecido, que oferece baixa estimulação linguística, cognitiva e psicomotora”. (MORI; BICUDO, 2009, p. 49). ...